O Delta põe-te a máquina distante nas mãos: o ecrã, os ficheiros, a área de transferência. As sessões são cifradas ponta a ponta e, quando a rede não deixa duas máquinas falarem diretamente, o relay que as transporta é nosso, na UE. O anfitrião guarda o seu próprio registo de cada ficheiro que se moveu.
Delta 0.1.1 em Linux — captura real, não uma maqueta
Medido, não proclamado
Quatro coisas que podes verificar.
Cifra da sessão
XSalsa20-Poly1305Uma chave simétrica é acordada por sessão. Os relays encaminham texto cifrado e não têm chave que o abra.
Identidade
Ed25519O servidor de rendezvous assina a identidade de cada par. O cliente verifica essa assinatura com a chave compilada dentro dele antes de um único pixel se mexer.
Se a verificação falhar
A sessão é recusadaNem degradada, nem repetida em claro. O cliente aborta, porque um cliente que cai para texto simples é um cliente que se pode empurrar para lá.
Rendezvous e relay
relay-eu1.altovar.netMáquinas nossas com uma imagem nossa, dentro da UE. Aponta o cliente para outra e será essa a usada.
Um cliente, a chamada inteira.
Uma única chamada, sem trocar de ferramenta: vês o ecrã, moves os ficheiros, mudas de monitor, resolves o resto na conversa. Tudo o que está neste carril está no cliente Linux que descarregas — nada aqui é um roteiro.
01
Controlo remoto
O ecrã distante com teclado e rato, em janela ou ecrã inteiro, com a taxa de fotogramas e o codec à vista enquanto trabalhas.
02
Vários monitores
Escolhe qual dos ecrãs do anfitrião estás a ver e muda durante a sessão sem voltar a ligar.
03
Transferência de ficheiros
Um explorador de dois painéis com fila, a mover ficheiros nos dois sentidos durante a sessão.
04
Auditoria de ficheiros no anfitrião
O anfitrião tem um painel próprio que nomeia cada ficheiro lido da máquina ou escrito nela, com o caminho e o sentido.
05
Área de transferência sincronizada
O texto segue a área de transferência entre as duas máquinas, com um histórico do teu lado — e o anfitrião decide, ligação a ligação, se é partilhada ou não.
06
Áudio remoto
O que toca no anfitrião ouves tu também, na mesma sessão — e o anfitrião pode deixar o áudio de fora ao aceitar.
07
Encaminhamento de porta
Encaminha uma porta TCP local para a máquina remota e alcança um serviço que nunca esteve exposto.
08
Conversa
Um canal de mensagens ao lado da sessão, para quem está sentado do outro lado.
09
Descoberta em LAN
Encontra outros dispositivos Delta na mesma rede por difusão, sem envolver o relay.
10
Wake on LAN
Envia o pacote mágico a uma máquina adormecida, a partir do mesmo ecrã de onde te ligas.
11
Livro de endereços
Dispositivos guardados, por grupos, com cópia e reposição a partir de um ficheiro que guardas tu. Fica na tua máquina.
12
Estatísticas de sessão
Sessões, minutos, ficheiros e dados movidos, taxa de fotogramas e latência médias, por dispositivo — na tua máquina, de sessões que aconteceram mesmo.
13
Dois fatores
Um código temporal no anfitrião, verificado antes de aceitar uma ligação a entrar.
14
Gravação de sessão
Um clique grava a sessão que estás a ver num ficheiro de vídeo na tua máquina.
15
Seis línguas, dois temas
Alemão, inglês, espanhol, francês, italiano e português, em tema claro ou escuro — e continua a correr a partir da bandeja.
O Delta sabe ler uma sessão como faria um colega experiente: olha para o ecrã, percebe o que está a correr mal e diz o que tentar a seguir. Tudo opcional — e tudo passa pelo nosso gateway na UE.
Sugestões ao vivo
Durante a sessão o copiloto tira um fotograma a cada 8 segundos — só quando o ecrã muda mesmo — e põe o passo seguinte num painel lateral.
Lê o erro por ti
Um clique captura o ecrã, lê o texto, isola o erro e propõe uma correção.
Relatórios e momentos-chave
Uma sessão gravada pode tornar-se um relatório escrito, com erros e mudanças de estado marcados sozinhos na linha do tempo.
Antes, e depois
Tira uma leitura da máquina, faz o trabalho, tira outra — e o que mudou entre as duas volta escrito.
O aperto de mão
Recusa antes de degradar.
A cifra ponta a ponta só vale a palavra se o cliente estiver disposto a desligar. O do Delta está. Esta é a ordem em que as coisas acontecem, e o que parte a cadeia.
1
O servidor assina o par
O servidor de rendezvous tem um par de chaves Ed25519 e assina a identidade do dispositivo que estás a chamar.
2
O cliente confere a assinatura
Verifica-a contra a chave pública do servidor compilada no cliente e confirma que a identidade que ela contém é o dispositivo que pediste mesmo.
3
Os pares acordam uma chave
Só então os dois lados estabelecem uma chave simétrica de sessão. Daí em diante o fluxo é texto cifrado, inclusive através do relay.
4
Se algo não bate certo, não há sessão
Chave errada, identidade errada, tipo de mensagem errado, resposta nenhuma: o cliente aborta. Não há ramo que continue em claro — que é precisamente o ramo a que um atacante apontaria.
Modo anfitrião → uma ligação recebida
Os interruptores são do anfitrião, não de quem entra. Cada ligação espera por um clique na máquina a que se liga, e esse clique decide teclado, área de transferência, áudio, transferência de ficheiros e reinício para essa sessão.
Uma chamada de apoio é uma ligação entre duas máquinas, e alguém tem de a transportar quando a rede não as deixa falar diretamente. É sobre esse transportador que quase todas as ferramentas se calam.
Direto primeiro
O Delta tenta uma ligação direta entre pares e só recorre ao relay quando a rede recusa. Menos saltos sempre que as portas o permitem.
Hardware nosso, na UE
Quando o relay é preciso, é relay-eu1.altovar.net: máquinas nossas, com uma imagem que construímos, dentro da UE. Mais ninguém está no meio da tua chamada.
Ou o teu
Aponta o Delta para um rendezvous e um relay geridos por ti, e ele fala com a tua infraestrutura em vez da nossa.
Modo anfitrião — registado e pronto
O Delta é dos nossos.
Partilha a camada de identidade, os relays e a pegada europeia com o resto do catálogo Altovar. Um fornecedor, um sítio a quem perguntar, uma jurisdição.